Comitê de manipulação recebe prêmio de organização norte-americana

Nesta semana, o setor de manipulação magistral recebeu importante reconhecimento. Organização ligada ao governo norte-americano que estabelece normas para a identificação, potência, qualidade e pureza de medicamentos, ingredientes alimentícios e suplementos dietéticos, a USP (United States Pharmacopeia) é formada por diversos comitês, que pesquisam os mais variados campos farmacêuticos.

Periodicamente, o trabalho desses comitês é avaliado e reconhecido com entrega de homenagens por meio do Prêmio USP por Notável Contribuição ao Processo de Definição de Padrões. Neste ano, foi contemplado o Comitê de Manipulação Magistral, do qual participa como representante da Anfarmag a farmacêutica Maria do Carmo Garcez.

Segundo a pesquisadora, o reconhecimento é um indicador do papel da manipulação de produtos e medicamentos nos programas de saúde: “Para o setor magistral, esse prêmio de repercussão sinaliza a relevância que o setor tem recebido de uma instituição tão respeitada no mundo inteiro como a Farmacopeia Americana (USP). Eu me sinto muito honrada em ser membro desse comitê, representando o excelente trabalho que o Brasil desempenha nessa área”.

Em comunicado, o presidente do Conselho de Especialistas da USP, Roger Williams, afirma que o comitê foi selecionado por sua criatividade e contribuição para o desenvolvimento de capítulos sobre preparações compostas e, em particular, pelo pioneirismo sobre preparações.

Os membros do comitê se reuniu nos dias 23 e 24 de outubro para encontro na sede da organização e, nessa oportunidade, receberam os certificados.

USP no Brasil

A USP possui escritórios externos aos Estados Unidos em países como Índia, China, Suíça e Brasil. Localizado em São Paulo, o escritório brasileiro convidou a Anfarmag a participar das pesquisas e, desde 2008, a entidade é representada por Maria do Carmo. A profissional está ligada a quatro dos subcomitês que compõem o Comitê de Manipulação. Nos últimos anos, trabalhou na elaboração de capítulo sobre drogas perigosas e revisão de cálculos na farmácia entre outros temas. Além de reuniões presenciais em São Paulo, o trabalho inclui pelo menos dois encontros presenciais na sede da USP nos Estados Unidos.

De acordo com Maria do Carmo, o trabalho brasileiro tem destaque dentro da organização. “As regras para manipulação são diferentes no Brasil e nos Estado Unidos, mas a nossa experiência é muito valorizada. Quando apresentei na USP os resultados do trabalho com o Sinamm, por exemplo, os profissionais ficaram muito bem impressionados”, conta.

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